500 milhões de cristãos vivem em países onde podem sofrer perseguição

Igreja-queimada

500 milhões de cristãos vivem em países onde podem sofrer perseguição

Neste dia 07 de janeiro, dia que dedicamos a oração aos cristãos perseguidos, trazemos essa complicadíssima situação, cerca de 500 milhões de cristãos vivem em países onde podem sofrer perseguição. Devemos rezar e, ao mesmo tempo nos colocar a serviço para ajudar a esses cristãos perseguidos por suas crenças.

Notícia da Agência Gaudium Press

Washington – Estados Unidos (Segunda-feira, 09-12-2013, Gaudium Press) Por volta de 500 milhões de cristãos vivem em países onde podem sofrer perseguição, ou seja, 1 a cada 5 deles. É o que diz Todd Johnson, do Centro para o estudo do Cristianismo Global do Seminário Teológico de Gordon-Conwell.

Para Johnson, isso ocorre porque “o Cristianismo está crescendo nos lugares onde as pessoas são perseguidas”. Johnson será um dos especialistas que participarão da próxima Conferência “Cristianismo e Liberdade: Perspectivas Históricas e Contemporâneas”, que será realizada entre os dias 13 e 14 de dezembro na Pontifícia Universidade Urbaniana em Roma, e que procura realizar uma exposição científica do panorama das perseguições aos cristãos ao redor do mundo, “para além das manchetes da mídia”.

“A perseguição no século XXI é tanto de origem estatal quanto civil”, afirma Johnson. “Os perseguidores hoje representam uma ampla variedade de ideologias: comunistas, agentes estatais de segurança, religiosos nacionalistas e maiorias muçulmanas.” O estudante afirma que os muçulmanos, onde são maioria, só representam 25% da opressão.

A situação na China

Como se sabe, o cristianismo está crescendo rapidamente na China, apesar das fortes restrições estatais. Segundo Fengang Yang, da Universidade de Purdue, a China se converterá no país com a maior população cristã em um ponto entre 2025 e 2032. Neste momento o cristianismo já ultrapassou o “limite crítico” de 5 a 10% da população. Segundo Fengang, o cristianismo tem se mostrado muito em seus esforços para aliviar o sofrimento decorrente dos terremotos, como por exemplo o de 2008, na província de Sechuan. (GPE/EPC)

Com informações da National Catholic Register.